sexta-feira, 11 de outubro de 2013

GA: Palavras sábias de Wendy Murphy antiga Procuradora dos Estados Unidos.



http://youtu.be/Sf4wVANuNRY






GA:

Palavras sábias de Wendy Murphy antiga Procuradora dos Estados Unidos. Fica aqui a transcrição da entrevista em português: Transcição e tradução de entrevista com Wendy Murphy, Fox News 10 de Outubro de 2013

Investigadores esperam que novas informações ajudem a resolver o mistério do que aconteceu a Madeleine McCann.
Ela, claro, é a menina inglesa de 3 anos de idade que desapareceu enquanto estava de ferias, há mais de seis anos.
Agora a Scotland Yard planeia publicar um novo retrato-robô computorizado que mostra um possível suspeito.
Wendy Murphy é uma antiga procuradora e defensora de crianças e junta-se agora a nós.
Olá Wendy!
WM: É bom estar aqui contigo.

P: Finalmente, finalmente, seis anos mais tarde, os investigadores publicam um retrato computorizado de um – chamam-lhe um possível suspeito – ou uma pessoa de interesse – um suspeito que as pessoas viram em torno do complexo de férias naquela noite.
Porque demoraram tanto tempo?

WM: Espero que não te importes que eu evite essa pergunta, porque eu não acredito em nada disso.
Quero dizer, isto é mais RP [relações públicas] do que outra coisa qualquer.

Na minha opinião, não há nenhum novo suspeito e nunca vai haver a não ser que e até os pais responderem a perguntas.

Lembrem-se que Kate McCann, a mãe da pobre Madeleine, se recusou a responder a 48 perguntas –

P: Er, Wendy…
WM: E contrataram uma equipa de advogados logo a seguir.
P: Wendy

WM: Ah, mas isto é importante, ela recusou-se a responder – ela contratou advogados imediatamente. Ela recusa-se a responder a 48 perguntas, coisas do género: ‘O que foi que viu quando entrou no quarto onde a sua filha era suposto estar a dormir?’ Quero dizer, eu não estou minimamente interessada em ser puxada para dentro de uma toca de um coelho [expressão inglesa, vem de Alice no País das Maravilhas] por causa de um falso suspeito. Penso que isto está tudo relacionado com uma acção civil que decorre neste momento em Portugal. Os McCann processaram o antigo chefe da polícia por difamação -
P: Porque ele escreveu um livro…

WM: E agora... a Kate quer…

P: Espera. Este alegado ..

WM: A Kate quer…

P: Espera, Wendy, deixa-me contar-te o outro lado disto – porque também existe um monte de provas do lado dos pais serem completamente inocentes. Eles dizem que a polícia portuguesa nunca levou o caso a sério. Eles nunca fizeram o tipo de investigação que teríamos feito aqui nos Estados Unidos, que é… falar com outras pessoas no complexo de férias onde eles estavam de férias em Portugal.
E além disso, a Kate e o Gerry, os pais, fizeram apelos ao primeiro ministro, David Cameron, para ajudar nesta investigação. Isso é algo que alguém faria de estivesse a tentar passar despercebido? – e a sentir-se culpado?
WM: Contratas os maiores advogados de defesa da nação, empresas de relações públicas e recusas-te a responder a perguntas? A polícia portuguesa fez um óptimo trabalho – e a desinformação das relações públicas, especialmente neste país, está a prestar um péssimo serviço a esta pobre menina que, creio, está morta – e não tem voz.
A acção civil que decorre presentemente em Portugal é importante porque os McCann processaram aquele chefe da polícia, dizendo que ele mentiu acerca deles no seu livro.
Agora a Kate McCann quer testemunhar por escrito – porque não se quer submeter a um contra-interrogatório.

Penso que tudo isto está relacionado com aquilo – e toda esta história do ‘novo suspeito’ é novamente uma parte em que eles tentam distrair a atenção do facto de, enquanto pais de uma criança desaparecida, provavelmente morta, o que é que fazes?! – não respondes a perguntas?!
 Por favor!

P: É muito difícil, eu – como sabem, isto prendeu a atenção deste país, e da Europa – tentar encontrar esta menina – e quando coisas como os pais da Elizabeth Smart… editam um livro – e depois ela é encontrada – ela voltou para casa, uma pessoa ainda tem esperança que talvez a Madeleine McCann esteja viva e possa voltar para casa – contra todas as probabilidades.
Foi bom ver-te, Wendy, muito obrigada pela tua teoria.

Foi bom falarmos.