sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Memória...... 6 anos depois :-)

A Polícia Judiciária já está na posse da carta rogatória do caso Madeleine McCann, a criança desaparecida no Algarve em 2007.

Trata-se uma lista de diligências que vão ser feitas a pedido da polícia britânica, que pediu para serem inquiridas mais de 30 testemunhas, que já foram ouvidas pela PJ. No entanto, os investigadores ingleses consideram que houve perguntas que ficaram por fazer e pistas que não foram exploradas até à exaustão.

A carta rogatória é extensa e vai ser cumprida pela Diretoria do Sul, em Faro. A eventual deslocação de uma comitiva de polícias britânicos ao Algarve ainda não é certa e será articulada com o Ministério Público, mas é certo que, uma vez em território nacional, não podem ser eles a realizar as diligências. Apenas poderão assistir ao que a polícia portuguesa fizer.

Os inpetores que vão dar seguimento à carta rogatória não serão os mesmos que investigaram o desaparecimento. A equipa estará já constituída, só ainda não se sabe quando terão início as diligências.

A PGR já garantiu, mais do que uma vez, que não existem indícios que justifiquem a reabertura do inquérito, arquivado em 2008, um ano depois do desaparecimento.



 TVI











Coment 211

"  The PJ is already in possession of the rogatory letter of the Madeleine McCann case, the missing child in the Algarve in 2007.

This is a list of diligences that will be made by request of the British police, who asked that more than 30 witnesses be interviewed, who have been heard by PJ. However, the English investigators consider that there were questions still left to be made and clues that have not been explored to exhaustion.

The rogatory letter is extensive and will be done by the South Directorate, in Faro. The eventual sending of a delegation of British police to Algarve is not yet certain and will be articulated with the Public Ministry, but it is certain that, once in the country, they cannot be the ones doing the diligences. They can only watch what the Portuguese police do.

The inspectors that will act in accordance with the rogatory letter will not be the same as those that investigated the disappearance. The team is supposedly already established, only to be known when the proceedings will start."


The PGR has guaranteed, more than once, that evidence doesn't exist to justify the reopening of the investigation, archived in 2008, one year after the disappearance.”