domingo, 4 de agosto de 2013

A Troika mais o casal mccann estão a tirar o nosso dinheiro.




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Polícia inglesa e PJ de novo em campo a investigar o caso Maddie Mccann
Inquérito. Apesar de em Portugal ter sido arquivado o inquérito ao desaparecimento da menina, a PGR autorizou um pedido das autoridades inglesas para investigar novas pistas e suspeitos. A situação é inédita na cooperação judiciária
A Polícia Judiciária ( PJ) vai ser de novo chamada a ouvir suspeitos e a executar outras diligências sobre o desaparecimento de Madeleine McCan, cujo inquérito de investigação foi arquivado, sem solução, há cinco anos pelo Ministério Público ( MP). Em causa está a exe-cução de um pedido de cooperação judiciário mútuo das autoridades britânicas à Procuradoria--Geral Da República ( PGR), que autorizou e remeteu ao MP de Portimão, que será responsável pela direção e execução da carta rogatória.

A situação é inédita: dois países terem inquéritos sobre um mesmo caso e, depois de um deles o arquivar, outro manter a investigação aberta e obrigar o primeiro a “abrir” de novo a investigação. A PGR sustenta que a “autorização de execução do pedido justifica- se pelo cumprimento das normas legais vigentes nos ordenamentos jurídicos inglês e português, e que não é impedida pelo facto de o processo crime que foi instaurado em Portugal se encontrar arquivado”.

Em entrevista ao DN, Alípio Ribeiro ( ver 3 perguntas a...), que era na altura do desaparecimento o diretor nacional da PJ, considera que “é natural e compreensível”.

Ao que o DN apurou, a PJ ainda não recebeu a carta rogatória e só depois de saber o que a polícia inglesa pretende esclarecer podem ajustar os meios necessários para apoiar os detetives da Metropolitan Police Service ( MPS). Segundo a MPS “foi solicitado que um pequeno número de investigadores britânicos estivessem presentes em Portugal para acompanhar estas diligências”. De acordo com fontes que estão a acompanhar este processo, este pedido ainda não terá sido formalizado à Direção Nacional da PJ, mas pode acontecer a qualquer momento.

Esta investigação que os ingleses começaram em 2011 e que levou também à criação de uma equipa com inspetores da Diretoria do Porto da PJ, em 2012, teve, segundo a Metropolitan, “o apoio total do Governo da Grã- Bretanha”. O primeiro- ministro David Cameron, que esteve na semana passada de férias no Algarve, manifestou, no início do mês, a sua satisfação pela abertura do inquérito pela Scotland Yard. “É muito bem- vindo porque os investigadores dizem que há novas provas, novas pistas, novas diligências para fazer”, disse ao The Telegraph.

Os detetives da Metropolitan, que só podem participar como observadores, estando- lhes vedada qualquer intervenção nos interrogatórios que vierem a ser efetuados, pretendem desta forma conseguir obter o “cumprimento antecipado” das diligências, ficando logo com a informação e evitando que esta tenha de ser remetida através da PGR.

Esta carta rogatória surge na sequência de uma revisão do processo de investigação ao desaparecimento de Madeleine McCan realizado por uma equipa de mais de três dezenas de detetives da MPS. “Foi um trabalho complexo” com “verdadeiros desafios”, diz a Met Police. A análise e a organização de “cerca de 30 500 documentos” resultaram “em novas pistas e em novas provas testemunhais”. Há 12 suspeitos ingleses que deverão ser interrogados.



03 August 2013

Inquiry. Although in Portugal the investigation into the disappearance of the child has been archived, the PGR has authorized a request from the British authorities to investigate new leads and suspects. The situation of judicial cooperation is unprecedented

The Judicial Police (PJ) will again be called on to hear suspects and perform other inquiries into the disappearance of Madeleine McCann, whose case was shelved, unsolved, five years ago by the prosecutor (MP). At issue is the execution of a request for mutual cooperation, from the British authorities to the Attorney General's office (PGR), which was authorized and sent to the prosecutor in Portimão, who is responsible for the direction and execution of the letter of request [letter rogatory].

The situation is unprecedented: two countries have inquiries about the same case and after one has archived the case, the other has kept open their investigation and forced the first to "open" itself to a new investigation. The PGR maintains that the "authorization to execute the request is justified by compliance with the laws in force in English and Portuguese law, and is not precluded by the fact that the criminal case that was instituted in Portugal is archived."

In an interview with DN, Alipio Ribeiro (see 3 questions ...), who was at the time of the disappearance the national director of the PJ, believes that "it is natural and understandable."

According to what DN found, the PJ has not yet received the letter of request and only after knowing what the British police wish to clarify can they establish the means that will be necessary to support the detectives of the Metropolitan Police Service (MPS). According to the MPS "it was requested that a small number of British investigators would be present in Portugal to follow these inquiries." According to sources that are monitoring the case, this request has not yet been formalized to the National Directorate of the PJ, but it can happen anytime.

This investigation by the British began in 2011 and also led to the creation of a team of inspectors under the direction of the Porto PJ in 2012, and had, according to the Metropolitan Police, "the full support of the government of Great Britain." Prime Minister David Cameron, who was last week on holiday in the Algarve, expressed earlier this month, satisfaction at the commencement of the investigation by Scotland Yard. "It is very welcome because investigators say there is new evidence, new leads, new inquiries to follow," he told The Telegraph.

Metropolitan detectives, who can only participate as observers, without being able to intervene in any interviews that may be undertaken​​, thereby intend to obtain the "early fulfilment" of the inquiries, getting straight to the information and preventing it from having to be sent through the public prosecutor.

This letter of request comes after a review of the investigative process into the disappearance of Madeleine McCann conducted by a team of more than three dozen MPS detectives. "It was a complex job" with "real challenges", says the Met Police. Analysis and organization of "about 30,500 documents" resulted "in new leads and new witness evidence." There are 12 British suspects to be questioned.