terça-feira, 6 de novembro de 2012

E, isto também não é para esquecer.

 Porque continuam as pressões, as ameaças, a censura e , o isolamento = violência emocional é também violência. Fora as sequelas na saúde , na vida familiar e económica.

http://camaradecomuns.blogs.sapo.pt/1003721.html?page=3

25.02.09  por Paulo Sargento


Paulo Reis, Gonçalo Amaral, Hernâni Carvalho e outros em menos de 2 anos, estes homens têm tido mais pneus furados, atropelamentos, detenções injustificadas, perseguições, devassas informáticas, cobardes assassinatos de cães, ameaças telefónicas, virus informáticos, cartas anónimas, traduções de documentos proibidas, furtos, roubos, encontros com videntes e ameaças à integridade física, do que tiveram durante toda a sua vida.

As suas idades estão entre os 40 e os 50 anos. Mas, bastaram 21 meses para que a quantidade de eventos "desagradáveis" atingisse, em alguns deles, taxas de ocorrência, neste espaço de tempo, 50 vezes superiores às que têm a probabilidade de ocorrer em qualquer cidadão durante uma vida média de 80 anos. Espantoso, não? E tudo em surdina e sem ligações (aparentes).


Paulo Reis, Gonçalo Amaral, Hernani Carvalho and others in less than two years, these men have had more flat tires, roadkill, unjustified arrests, persecutions, wanton computer, cowardly murders of dogs, telephone threats, computer virus, anonymous letters, translations documents prohibited, thefts, robberies, dating seers and threats to physical integrity, than had throughout his life.

Their ages are between 40 and 50 years. But, it took 21 months for the amount of events "nasty" hit on some of them, rates of occurrence, this time, 50 times higher than those that are likely to occur in any citizen during an average life of 80 years. Amazing, no? And everything quietly and without connections (apparent).


A seguir: os satélites e o dia 3 de Maio.









Também temos as "jogadas":

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/goncalo-amaral-maddie-tvi24-wikileaks-mccann/1217907-4071.html

Por: tvi24    |   2010-12-14

Gonçalo Amaral, ex-investigador da Polícia Judiciária, afirmou esta segunda-feira que «é estranho» que seja necessário um embaixador falar de provas «para se dar alguma veracidade à responsabilidade dos pais no desaparecimento de Madeleine McCann» e espera que o WikiLeaks divulgue imagens de satélite, noticia a Lusa.

«Eu acompanhei a investigação, sei o que lá está e sei o que falta fazer e sei que há responsabilidade no desaparecimento, não tenho dúvida nenhuma quanto a isso», afirmou Gonçalo Amaral, o ex-coordenador da investigação do desaparecimento de Madeleine McCann, na Praia da Luz, no Algarve, em Maio de 2007.

O autor do livro «Maddie - A Verdade da Mentira» falava à agência Lusa, após o portal WikiLeaks ter revelado um telegrama confidencial do embaixador inglês em Lisboa, de 2007, em que terá admitido ao seu homólogo norte-americano na capital portuguesa que tinha sido a polícia inglesa a encontrar provas contra os pais de Madeleine.

No entanto, Gonçalo Amaral reafirma que «não foi a polícia inglesa que chegou a essas conclusões». «Não sei de que provas é que o embaixador inglês se estava a referir quando falou com o embaixador norte-americano. Agora, que há fortes indícios da responsabilidade dos pais, há, e foram recolhidos pela polícia portuguesa em cooperação com a polícia inglesa», garantiu.

Gonçalo Amaral espera ainda que o WikiLeaks «consiga imagens de satélite há tanto tempo aguardadas».


Depois, temos o C . da M.:

Maddie: Justificação dada por entidades contactadas pela PJ

As imagens de satélite da Praia da Luz, na noite de 3 de Maio de 2007 foram das primeiras preocupações da PJ quando começou a investigação do desaparecimento de Madeleine McCann. Na altura, no entanto, as autoridades norte-americanas fizeram saber que não existiam por os satélites terem sido desviados nessa noite.


'Foi dito que os dois satélites geoestacionários [que podiam ter imagens da Praia a Luz] estavam virados para o Golfo de Cádiz, onde estava a decorrer um exercício naval', explica ao CM Gonçalo Amaral, ex-coordenador da PJ que chefiou a investigação do caso.
'Era uma hipótese muito séria para saber quem seria o raptor e não só', afirma Gonçalo Amaral, referindo que a Judiciária pretendia as imagens do momento do desaparecimento mas, também, 'as das horas e mesmo dos dias que o antecederam'.
Perante a informação de que os satélites tinham sido desviados, a PJ acabou por não avançar com qualquer pedido formal. 'Tenho dúvidas que alguém mais tenha tentado obter essas imagens', diz o ex-coordenador da Polícia Judiciária, questionando a razão pela qual 'o casal McCann, que se afirma poderoso, nunca tenha tentado obter as imagens para resolver o misterioso desaparecimento'.

REFUTANDO:
Retive dois aspectos centrais: os satélites estarem voltados para Marrocos e a existência de "espiões".


Por que razão retive a resposta que foi dada ao jornalista: "Os satélites estavam todos voltados para Marrocos?"
Porque esta é uma resposta Mitchell's Style. Se começarmos a reparar em algumas perguntas e respostas que surgem, a partir de uma determinada altura, no caso Maddie, deparamo-nos com notáveis semelhanças estruturais, sob o ponto de vista linguístico (quer sintáctico quer pragmático). Mas, mais ainda! Parecendo barbaramente estúpidas,  essas questões ou respostas, são absolutamente contundentes! Sempre! O que quero dizer? Que é obvio que são mentiras! Ninguém acredita que todos os satélites britânicos (pois não têm só um, concerteza, e, aliás, a quantidade de objectos que andam à volta da terra começa a ser um motivo de preocupação, designadamente a partir do choque recente entre dois satélites) estivessem todos voltados para Marrocos. Porquê? Porque, para além dos problemas técnicos que tal implicaria, teria de haver, pelo menos, UMA justificação aceitável para que tal acontecesse. Segredo de Estado? É aqui que afirmo que as respostas são contundentes, apesar de barbaramente estúpidas e de parecerem tratar-nos a todos como palhaços (que me perdoem os palhaços, mas os verdadeiros, por quem nutro a maior das admirações).
Como refutar um segredo de Estado? Motivos para apontar para Marrocos? Sim, Claro! Mas sãotop secret! Logo teria de acontecer no dia 3 de Maio de 2007! O que aconteceu de tão especial em Marrocos nesta altura para que todos os satélites estivessem para lá voltados? Que se saiba: NADA. NADA. Mas como é Segredo de Estado, a estupidez adquire contundência. 
Este estilo de resposta é típica, tal como a justificação para a visita de G. McCann e tantas outras.
Deixem-me desabafar: não deve haver nada de mais irritante que termos de aceitar a contundência da estupidez!

Mas, e por falar em espiões?
Para além da técnica simples do anonimato que a blogosfera permite, mas que uma análise atenta dos timings e "estilos gramaticais" desvenda, temos uma armadilha muito mais poderosa: uma nova forma de contra-informação - o "efeito de streisand"
Muitas vezes, tem vindo a lume o chamado "efeito de streisand" na internet. Em Portugal, há uma expressão popular mais pacimoniosa: "gato escondido de rabo de fora".
Ora, o que se passa no chamado "efeito de streisand"? Trata-se de um, suposto, efeito que é produzido quando se tenta censurar algo na internet. Dito de uma forma mais simples, dada a estrutura, a quantidade de pessoas e os meios disponíveis na internet, se eu quiser evitar que uma determinada notícia saia ou seja censurada o efeito dessa censura é contrário ao desejado, pois ela tende a replicar-se por todos os meios possíveis e imaginários, como se de uma auto-regulação cibernética se tratasse.
Mas, só nós é que sabemos disto? Não! O "efeito de streisand" é Veneno e Antídoto, uma velha receita da espionagem. Sabem porquê? Imaginem que tento censurar uma notícia para tornar outra inócua? Imaginem que após uma notícia indesejável correr o risco de se espalhar eu coloco duas ou três outras notícias placebo (mas armadilhadas de pseudo-censores)? Será isto possível?
Imaginam quantas vezes isto aconteceu no Caso Maddie? Incontáveis e quase sempre sobre a forma CONTUDENTE QUE ABAFA A ESTUPIDEZ!

Até um dia destes!