quarta-feira, 18 de abril de 2012

Terá sido? Lusa escreve,Lusa manda.






Às 13h ainda estava assim. Os jornais só estão agora a comunicar o julgamento que, supostamente, começou às 9h da manhã. Agora,às 14: 30 não consegui nada. Aconteceu?


http://joana-morais.blogspot.com/2012/04/defamation-of-goncalo-amaral-by-marcos.html

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=8279886C-8D4C-4552-B6CE-1ABDE57FEB20&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

O advogado Marcos Aragão Correia e o professor universitário António Pedro Dores começam esta quarta-feira a ser julgados pelo Tribunal de Faro, por alegada difamação do ex-inspector da Polícia Judiciária Gonçalo Amaral, depois de dois adiamentos da primeira sessão judicial.

O ex-inspector, que investigou o desaparecimento de Joana, filha de Leonor Cipriano, processou ambos por aludirem publicamente à alegada tortura de que aquela foi alvo durante um interrogatório.
Aragão Correia, advogado de Leonor Cipriano, alega que os tribunais já deram como provado que a sua cliente foi torturada, embora o Ministério Público mantenha a acusação no processo de difamação que tem Gonçalo Amaral como queixoso. Lembra ainda que, no âmbito do alegado caso de tortura de Leonor Cipriano, Gonçalo Amaral foi condenado, por crime de falso depoimento, a um ano e seis meses de pena de prisão, suspensa por igual período.
Marcos Aragão Correia arrolou como testemunhas de defesa o actual bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, e a ex-directora do Estabelecimento Prisional de Odemira Ana Maria Calado. O julgamento deveria ter começado em Fevereiro, mas foi adiado para 29 de Março devido a um recurso pendente, interposto por António Pedro Dores, professor e presidente da Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (ACED).
A 29 de Março, o tribunal adiou novamente a sessão inicial para hoje, por Gonçalo Amaral ter pedido para ser ouvido através de videoconferência, de acordo com a explicação avançada na altura por um dos advogados intervenientes no processo. Ausente dessa sessão esteve também o advogado Marcos Aragão Correia, residente no Funchal, que terá feito pedido idêntico ao Tribunal de Faro, obrigando a que o julgamento fosse adiado pela segunda vez.