segunda-feira, 23 de abril de 2012

Gareth Williams






Cerca de 30 pessoas deverão testemunhar durante cinco dias diante de  um investigador, que será responsável por conduzir o processo de forma" independente." Gareth Williams, de 30 anos, trabalhava para o MI6, os serviços secretos  internos britânicos.  
O inquérito policial não conseguiu apurar elementos sobre a eventual  presença de outras pessoas no apartamento no momento da morte, mas a família  de Gareth Williams defende que agentes dos serviços secretos tentaram abafar  a morte do espião.  
Os familiares do espião acreditam que um agente estava no local no momento  da morte ou que essa mesma pessoa entrou na casa para destruir provas, segundo  explicou o advogado Anthony O'Toole, durante uma audiência preliminar, realizada  em março último. 
Gareth Williams foi destacado para o MI6 depois de ter trabalhado num  centro especializado na monitorização de comunicações (GCHQ).  Segundo o jornal Sunday Times, Williams terá confidenciado a um amigo,  pouco antes de morrer, que tinha a impressão de estar a ser seguido. 
     

Lusa