quinta-feira, 26 de abril de 2012

Análise criminal e a publicidade Abril/Maio



O vídeo aborda, penso que no final, mais uma manobra de Maio dos McCann.

Os McLiars querem a reabertura porque lhes dá jeito . Mas não têm hipótese pois ficaram para a história dos crimes.

TRANSCRIÇÃO GROSSEIRA E INCOMPLETA. PARTE FINAL  INTERESSANTE.


Júlia Pinheiro com Carlos Anjos:

A infeliz Criança e as manobras dos Mcs.



JP: uma efeméride e triste…………… as pistas que dizem ser 195…..


CA: 195 é zero. Podiam ser 300………. Não há nenhuma prova substancial que altere aquilo que está no processo e nem há nenhuma prova que as autoridades inglesas recolheram de UK prove que o que aqui foi feito, estivesse mal feito ; que o processo fosse mal feito ou que os exames periciais feitos não fossem conclusivos. Até por uma razão : é uma coisa que os ingleses não porão em causa ; os exames periciais foram feitas em Inglaterra e não vai questionar…. 
É estranho que num País como Inglaterra… eles têm todo o direito de investigar pois desapareceu um cidadão inglês e têm e podem querer ter o direito de investigar.  Que o Inspector de UK , o qual ouvi com muita atenção, assuma a proximidade com um dos lados do caso , os pais da Miúda. E o que levou o Governo de UK a criar uma equipa de 37 investigadores com um orçamento inicial de dois milhões de euros só para este caso. Nenhum caso em Inglaterra foi tratado assim .

JP: será sempre uma interrogação sobre qual a razão para ser um caso de excepção…

CA: o que eu acho que há …………………… e quem apontou o caminho da morte de Madeleine McCann foram os ingleses …………………

FICOU NA MENTE de todos que eles têm a ver com o que aconteceu; têm a ver com o caso E AQUILO A QUE NÓS assistimos é uma tentativa desesperada de abrir o processo NOVAMENTE NO RAPTO ; direcionando-o no rapto mesmo que todas as diligências venham a ser infrutíferas, como o Ministério Público disse e bem, há um facto que fica: nesse dia as pessoas deixariam obrigatoriamente de considerar os McCann como suspeitos na morte da filha. suspeitos na morte de Madeleine.