quinta-feira, 22 de março de 2012

Quem não gosta de ler, lê os quadradinhos e as gordas...

O título está relacionado com a compra de um jornal por causa de um artigo acerca do caso Maddie.


Agora irei colocar a foto do dito jornal , à qual dei o nome de LavaMaisBranco.






Até podia ser " programa de pré-lavagem" 
Tanner e Smiths são almas gémeas desde o Brian ? 
E o C. S. ? Foi obrigado a escrever isto cheio de contradições?




ISTO, PARA MIM, É IMPORTANTE:


" On this particular subject, the Maddie Affair, we sincerely hope that Textusa will have decisively contributed in helping people realize, which we hope to be soon, that there were no Tapas dinnersno child checking and NO NEGLECT.

All simple and straight forward as we always said it really was, just a collective cover-up of something that unexpectedly went awfully wrong.

Then we'll see human memory really does work. "



http://textusa.blogspot.pt/


Vamos lá à LavagemSmith:

A versão da revisão do caso Maddie 


o Crime de 22 Março de 2012; pág.s 10 e 11

por Carlos Saraiva

Família irlandesa que avistou alegado raptor quer voltar a ser ouvida.

Estavam de férias na Praia da Luz e contaram à PJ que se cruzaram com homem que levava criança ao colo.

A família irlandesa que em Maio de 2007 contou à PJ de Portimão ter-se cruzado com um homem que aparentemente carregava a pequena Madeleine no colo, quer prestar novas declarações no âmbito da revisão do processo que está em curso actualmente e que envolve uma equipa mista da polícia portuguesa e da Scotland Yard,

Elementos da família Smith , na altura de férias na Praia da Luz, relataram à polícia que na noite do desaparecimento de Madeleine se cruzaram com um homem que transportava uma criança adormecida nos braços. Mais tarde , admitiram que pudessem ter-se cruzado com Gerry McCann , mas este sempre negou e a PJ acabaria por concluir que , à mesma hora, o pai de Madeleine estava a jantar no Tapas Bar. No entanto permanece a dúvida: quem é o homem que os Smith viram carregando uma criança em pijama, próximo da hora em que Madeleine desapareceu do quarto onde dormia?

Agora, segundo revela a imprensa britânica, os irlandeses pretendem voltar a prestar declarações e manifestaram  abertura para " total cooperação " com as autoridades portuguesas se para tal forem novamente convocados. No entanto, a boa intenção não passará disso mesmo, pelo menos para já, uma vez que a equipa policial mista está apenas a rever o que foi realizado e apurado no âmbito do processo.

"Ouvir novo testemunho, ainda que se trate de depoentes, que já figuram no processo, implicaria a reabertura das investigações e não é disso que se trata agora, pois o processo permanece, até ver, na condição de arquivado pelo Ministério Público, disse a " o Crime " fonte ligada à investigação policial.

Novas pistas


"Se agora a equipa mista chegasse à conclusão  que um novo depoimento destas testemunhas podia produzir novos factos ou pistas , ou aclarar outras que fossem relevantes para a resolução do caso, então justificar-se-ia que se avançasse para 
 aí , mas, para tal, o processo teria que ser reaberto pelo Ministério Público e duvido que isso ocorra sem que surja alguma dúvida muito sólida em relação ao que está feito ou factos relevantes combinados. Isto sem prejuízo de termos a noção de que a criança continua desaparecida e de que não houve, até agora, uma resposta conclusiva para esse desaparecimento" , sustenta a mesma fonte.
Marin Smith, 63 anos, residente em Drogheda, Irlanda, é co-proprietário de um apartamento na Urbanização Estrela da Luz, onde fica alojado quando vem a Portugal, pelo menos três vezes por ano.



Na noite de 3 de Maio, acompanhado da mulher, dois filhos, a nora e três netos, cruzou-se com um homem com uma criança ao colo que caminhava no sentido oposto ao da família Smith. No depoimento à polícia, o irlandês descreve o misterioso indivíduo como tendo 
" 1,75/1,80 de altura, cerca de 35 anos, magro, cabelo castanho curto de corte normal, sem óculos, barba ou bigode, vestindo calças cremes/bege de corte clássico" . Em relação à criança, descreveu-a como sendo do sexo feminino, com cerca de 4 anos, já que era semelhante à sua neta com a mesma idade, cerca de 1 metro de altura, cabelo louro sem ser brilhante e a pele branca característica  dos britânicos". A menina " dormia e vestia um pijama de cor clara " contou o turista irlandês à PJ na altura.

Colo desconfortável

O quadro pareceu normal a Martin, ou seja,  não detectou sinais de ansiedade ou particular pressa no homem quando se cruzou com ele. No entanto, reparou que não se assemelhava a um " turista", uma vez que trajava de forma mais clássica e que pegava na criança de uma maneira um tanto desconfortável, vendo nisso um indício de que não estava habituado a fazê-lo.
Depois de ter observado Madeleine em várias fotos, o irlandês admitiu que poderia tratar-se da menina inglesa, mas não se mostrou capaz de reconhecer o indivíduo através das fotos.
A filha de Martin, Aoife Smith, 17 anos, estudante, foi igualmente interrogada pela PJ. O seu testemunho confirma o essencial do que o pai contou. Aoife declarou ter uma percentagem de 60% de que a criança transportada ao colo era Madeleine McCann. Fala de um " homem de pele clara, aparentando 20 a 30 anos, barbeado, cabelo castanho claro e espesso, curto atrás e um pouco mais longo em cima", menciona as mesmas calças de cor bege e o facto de a criança dormir.

Não há certezas

Peter, 43 anos, gerente comercial, irmão de Aoife, ouvido a 26 de Maio de 2007, encontrava-se pela primeira vez em Portugal, juntamente com a mulher e os dois filhos, 6 e 13 anos. Na noite  de 3 de Maio acompanhou os restantes familiares ao janta no restaurante " Dolphin" na Praia da Luz, e também ele relata o avistamento  do misterioso homem com a criança ao colo. 




No entanto, no seu caso, descreve-o "com pele morena, queimada pelo sol " mas não se recorda de outros pormenores. A criança pareceu-lhe um pouco mais pequena do que a sus sobrinha com 3 anos de idade, (Madeleine estava quase a completar 4)  " cabelo louro de matiz média, ou seja, sem ser muito brilhante, e a pele clara típica dos britânicos" . E dormia. Peter relata que o homem, ao cruzar-se com o grupo " não tentou esconder o rosto nem desviar o olhar" e por isso pareceu-lhe descontraído e natural. Questionado se a menina poderia ser Maddie, Peter aceitou essa possibilidade, embora tenha dito à polícia que não o podia assegurar de "forma inabalável ".



* Família irlandesa foi na altura ouvida pela PJ e descreveu o suspeito.

* A imprensa inglesa chegou a divulgar um desenho feito a partir da descrição do homem com quem os Smith se cruzaram  ( o da jaqueta castanha, cabelo comprido e pernas da criança a baloiçar/viradas para que vê ) IMAGEM e esta legenda)



* os irlandeses admitem com um considerável grau de convicção que era Madeleine que o desconhecido transportava ao colo. (IMAGEM de M. com esta legenda



* o homem transportava a criança como se não estivesse habituado a fazê-lo



DENTRO DE RECTÂNGULO:

Soube pelo telefone

Na altura em que se cruzou com o desconhecido, cerca das 22 horas, Martin ainda não sabia que Madeleine desaparecera do quarto onde dormia com os irmãos. Seria uma filha a informá-lo, no dia seguinte, num telefonema que fez a partir da Irlanda.


DENTRO DE RECTÂNGULO:


Estava a jantar 

Gerry McCann chegou a ser referido como tendo sido visto transportando a filha ao colo , mas o próprio sempre negou essa possibilidade. Além disso, à hora a que os Smith viram o homem carregando a criança, Gerry estava no Tapas Bar a jantar.


DENTRO DE RECTÂNGULO:

Madeleine desapareceu do quarto onde dormia com os irmãos, no Ocean Club, Praia da Luz, na noite de 3 de Maio de 2007, presumivelmente entre as 21 e 35 e as 22 horas.


DENTRO DE RECTÂNGULO:


A família Smith não foi a única a referir a existência de um  misterioso homem suspeito de ter levado Madeleine. Uma das amigas do casal McCann fala também num indivíduo suspeito com quem se cruzou , embora as horas e o local do alegado avistamento não sejam compatíveis nos dois testemunhos.






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