quinta-feira, 29 de março de 2012

o MAC no Funchal?


O julgamento deveria ter começado em Fevereiro, mas um recurso pendente, interposto por António Pedro Dores, adiou-o para esta quinta-feira;e, hoje novamente adiado para 18 de Abril, disse fonte ligada ao processo.






O julgamento do advogado Marcos Aragão Correia e do professor universitário 
António Pedro Dores, por difamação do ex-inspetor da 
PJ Gonçalo Amaral, foi hoje novamente adiado para 18 de abril,
 disse fonte ligada ao processo. 

Segundo disse aos jornalistas o advogado de António Pedro Dores, 
o único envolvido no processo que compareceu em tribunal, 
Gonçalo Amaral, pediu para ser ouvido através de videoconferência. 

Ausente esteve também o advogado Marcos Aragão Correia,
 residente no Funchal, que terá feito pedido idêntico ao Tribunal de Faro,
 obrigando a que o julgamento tenha sido pela segunda vez adiado. 

O ex-inspetor, que investigou o desaparecimento de Joana, 
filha de Leonor Cipriano, processou ambos por aludirem
 publicamente à alegada tortura de que aquela foi alvo durante
 a fase de interrogatório do caso Joana. 

Aragão Correia, advogado de Leonor Cipriano, alega que
 os tribunais já deram como provado que a sua cliente foi torturada,
 embora o Ministério Público (MP) mantenha a acusação 
no processo de difamação que tem Gonçalo Amaral como queixoso. 

O julgamento deveria ter começado em fevereiro, 
mas um recurso pendente, interposto por António Pedro Dores, adiou-o para hoje.


Ex-inspector da PJ

Adiado o julgamento por alegada difamação de Gonçalo Amaral

O julgamento do advogado Marcos Aragão Correia e do professor universitário António Pedro Dores, por difamação do ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral, foi esta quinta-feira novamente adiado para 18 de Abril, disse fonte ligada ao processo.

Segundo disse aos jornalistas o advogado de António Pedro Dores, o único envolvido no processo que compareceu em tribunal, Gonçalo Amaral, pediu para ser ouvido através de videoconferência.

Ausente esteve também o advogado Marcos Aragão Correia, residente no Funchal, que terá feito pedido idêntico ao Tribunal de Faro, obrigando a que o julgamento tenha sido pela segunda vez adiado.
O ex-inspector, que investigou o desaparecimento de Joana, filha de Leonor Cipriano, processou ambos por aludirem publicamente à alegada tortura de que aquela foi alvo durante a fase de interrogatório do caso Joana.
Aragão Correia, advogado de Leonor Cipriano, alega que os tribunais já deram como provado que a sua cliente foi torturada, embora o Ministério Público (MP) mantenha a acusação no processo de difamação que tem Gonçalo Amaral como queixoso.
O julgamento deveria ter começado em Fevereiro, mas um recurso pendente, interposto por António Pedro Dores, adiou-o para esta quinta-feira.