sexta-feira, 9 de março de 2012

Maddie Mccann está viva

Maddie Mccann está viva na Internet ...


http://www.tvi24.iol.pt/internacional/maddie-madeleine-mccann-desaparecimento-goncalo-amaral-pj-tvi24/1331775-4073.html


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Mas se na vida real ninguém sabe o que aconteceu a Madeleine Mccann, há um sítio onde ela se encontra bem viva: na Internet. Sites, blogues, livros, vídeos, documentários. 

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Mas a verdade é que a maioria dos sites que encontramos na Internet defende que a criança morreu no apartamento da praia da Luz. E que os pais são responsáveis pelo que aconteceu.

Há sites que se revelam muito completos a nível de informação disponibilizada. Chegam a ter toda a investigação, entretanto divulgada pelo Ministério Público português, traduzida em diferentes línguas. Recolhem notícias e até fazem entrevistas.

E, não deixa de ser curioso que além de sites em inglês e português, também é fácil encontrar páginas noutras línguas como, por exemplo, estas duas: 



«Hasta que se sepa la Verdad» e«Unterdenteppichgekehrt».

E livros? Foram escritos mais de 20 livros sobre Madeleine Mccann. Um dos últimos, elaborado por uma profiler norte-americana, Pat Brown. O livro foi colocado à venda em forma de ebook na Amazon, mas em pouco tempo, acabou removido após os representantes legais dos McCann o considerarem «difamatório».

Já em 2009, o «Diário IOL» (agora TVI24.pt) entrevistou Tony Bennett, um advogado britânico, na casa dos 60 anos, já reformado que, após o desaparecimento de Maddie encetou uma luta para que Kate e Gerry fossem acusados de negligência. Mais tarde escreveu um livro intitulado «What Really Happened to Madeleine McCann? 60 Reasons which suggest that she was not abducted» .

Mas o livro que mais polémica levantou foi, sem dúvida, «Maddie - A Verdade da Mentira» escrito pelo ex-inspetor da polícia judiciária, Gonçalo Amaral, que liderou a investigação do desaparecimento de Maddie nos primeiros meses. Os pais de Madeleine conseguiram mesmo que o livro fosse proibido de vender durante algum tempo. 

No Youtube, uma pesquisa com o nome de Madeleine McCann encontra perto de seis mil vídeos. Muitos feitos por anónimos, sem qualquer ligação ao caso, à investigação ou à família. 

E como o mundo digital não se esgota no tempo e no espaço, após o seu desaparecimento, Madeleine «surgiu» nas redes sociais. Não só na página oficial no facebook criada pelos pais, como em muitas outras, de pessoas que se sentiram tocadas pela história. O mesmo aconteceu no twitter.
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