sexta-feira, 9 de março de 2012

C. ressuscitaram-te ontem. Tudo por causa do casal Mc.

http://mariacpois.blogspot.com/2010/06/carina-ferreira-ultimas.html


Carina Ferreira foi encontrada morta


Carina Ferreira, a jovem que estava desaparecida, desde o início de Maio, foi encontrada morta hoje, segunda-feira, no fundo de uma ravina na auto-estrada que liga Lamego à Régua aparentemente em resultado de um acidente de viação.  

passa a pente fino caso  Maddie McCann ???? A sério? Como no caso de C.F. a ressuscitada em 2012?

Que pensará e sentirá a Família de C.F. sobre o mês e tal da procura? 


 TERÇA-FEIRA, 8 DE JUNHO DE 2010


Esta explicação FALSA é uma vergonha!














PJ do porto passa a pente fino caso Maddie McCann

Publicado às 09.41

NUNO MIGUEL MAIA E ÓSCAR QUEIROZ

Quase quatro anos depois de ter sido arquivado pelo Ministério Público, o caso do desaparecimento da menina inglesa Madeleine McCann no Algarve está a ser reanalisado a pente fino. Em Portugal, foi escolhida uma equipa de investigadores da PJ do Porto.
Do lado do Reino Unido, a Scotland Yard não regateia meios para saber o que aconteceu à pequena Maddie, cujo desaparecimento em 2007 foi arquivado em julho de 2008 pelo Ministério Público português. Só em 2011, foram gastos 2,2 milhões de euros. E a equipa é constituída por 37 pessoas.
Mas os investigadores concluíram que nada fariam sem articulação com Portugal. Por isso, foi estabelecida parceria com a PJ, que investigou o caso durante 14 meses consecutivos - primeiro com a chefia de Gonçalo Amaral, na PJ de Portimão; depois, sob liderança do ex-diretor nacional adjunto da PJ, Paulo Rebelo.
Desta feita, para trabalhar no caso, a direção nacional da PJ optou por nomear uma equipa que nada teve a ver com o caso. A escolha recaiu na Secção Regional de Investigação e Prevenção Criminal da PJ do Porto, chefiada pela coordenadora superior Helena Monteiro.
Trata-se de uma brigada com experiência em casos de desaparecimento. Um exemplo de sucesso foi o de uma jovem de Lamego, Carina Ferreira, cujo cadáver foi encontrado após um mês de buscas numa ravina de autoestrada.
O objetivo é, a partir de novos olhares sobre o caso, procurar pistas para seguir e suprir eventuais lacunas das investigações iniciais.
"Não obstante ter sido formalmente arquivado, continuamos a ter um desaparecimento sem explicação. O arquivamento não significa que a Polícia Judiciária tenha menos interesse no esclarecimento e na procura de respostas", explica ao JN Pedro do Carmo, diretor nacional adjunto.
Arquivamento precipitado
De acordo com informações recolhidas pelo JN, nos últimos meses as autoridades inglesas já se deslocaram quatro vezes a Portugal. Recentemente, os investigadores do Porto também estiveram em Portimão.
No âmbito das diligências em curso - sem que o processo tenha sido formalmente reaberto pelo Ministério Público - está em aberto a hipótese de reconstituição das circunstâncias anteriores ao desaparecimento de Maddie, a 3 de maio de 2007, no Ocean Club, na Praia da Luz, Lagos.
Esta diligência não foi concretizada porque - recorde-se - o casal McCann e seis dos amigos recusaram participar. "O interesse das autoridades britânicas valoriza todo o trabalho desenvolvido pela Polícia portuguesa e questiona a razão de um arquivamento precipitado e abrupto. A verdade material ficou por apurar", afirma ao JN Gonçalo Amaral, o primeiro coordenador da investigação, entretanto reformado.
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