quinta-feira, 8 de março de 2012

AADVOGADA e o carrossel que não para.

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A caça-fantasmas escreve a todos: agora, escreve a P.Sargento . Mas, antes colocou aqui:


Será a genuína ? Pois, não sei! 


Mas, agradecem a "isabel ".









Pode crer, ID, cá se fazem, cá se pagam. É um ditado antigo.






DIREITO DE RESPOSTA

A propósito de um texto de opinião de Paulo Sargento, publicado na edição de 16 de Fevereiro, recebemos da representante legal de Gerry e Kate McCann o direito de resposta que a seguir reproduzimos.
Exercido por Isabel Duarte, Kate Healy e Gerald McCann.

O docente universitário Paulo Sargento é profeta a clamar num deserto povoado. As suas razões, por certo altruístas e desinteressadas, levam-no a escrever como um deus, por linhas tortas, usando a via produtiva da prosa vaga e reticente de alguns escritores famosos. E porque defende a sua tribo, a dos bons, parece convivente e ficas. Eu defendo os outros e, ao docente universitário que agora se ocupa também do meu nome, só tenho a agradecer a capacidade de resistência que ele e os seus bons amigos ajudaram a melhorar.
Aquele repositório de subentendidos, contém, no entanto, alguns factos falsos ou ofensivos, a que passo a responder:

Quanto aos "alegados milhões" que Gonçalo Amaral ganhou à custa de uma investigação criminal inútil, que conduziu, e à custa da vida e nome de uma família inteira, de cujo assassinato de carácter , ele, o docente universitário a que respondo e os restantes integrantes do grupo dos bons, se ocupam, não são " alegados milhões". São, para alguém  que ganhe o seu sustento a trabalhar, uma pequena fortuna comprovada documentalmente e conseguida num período de doze meses , que remunerou o escritor Gonçalo Amaral, numa média mensal, repito, média mensal, de mais de €28.000,00. Esse dinheiro, no entanto, desapareceu, talvez como sinais de fumo que só podem ser lidos pelos " entendidos".. A isso acresce a existência de uma conta bancária- que só não é secreta porque um senhor inglês altruísta a tem vindo a difundir onde pode, para, por essa via, receber dinheiro de incautos, e que não só é de Gonçalo Amaral porque o ex-inspector tem dívidas ao fisco, ao irmão e a bancos- para onde os apoiantes do grupo enviam contribuições financeiras , presumem eles destinadas a moderar as necessidades judiciais do cidadão em causa, por sua vez apoiado pela Segurança Social, isto é, pelos meus impostos. Nunca, até hoje, algum português bom pai de família- aquele português alvo do lixo mediático criado, promovido e incentivado pelo grupo dos bons ao abrigo da liberdade de expressão e opinião- soube que dinheiro é esse, para onde vai e para que é realmente vem,  enquanto o docente universitário e o grupo, por meio de distracções organizadas e cirurgicamente difundidas, se ocupam a discutir o fundo destinado a investigar o paradeiro de Madeleine McCann, que é público e tem contas fiscalizadas e fiscalizáveis.
Quanto aos adiamentos e marcações de julgamentos de que fala o psicólogo da justiça como se estivesse a tirar coelhos da cartola, aplicando-lhes a teoria da conspiração de que é devoto, um pouco a montante do tempo  de que se ocupa, dir-se-á que surpreendente seria que dois julgamentos em que Gonçalo Amaral está implicado, um criminal e outro cível, um na comarca de Faro e outro na comarca de Lisboa, tivessem sido marcados para o mesmo dia e à mesma hora. Lá que foram adiados, isso foram,mas, quanto a isso, aos adeptos da teoria da conspiração diriam que surpreendente seria o facto de o primeiro adiamento ter ocorrido no processo em que Gonçalo Amaral é demandado e não aquele em que é demandante. E espantosa surpresa assinalariam ainda, esses adeptos da teoria da conspiração, quanto ao facto de, pouco tempo antes do julgamento de Lisboa, o senhor ex- inspector ter ficado sem advogado, que, expressamente renunciou à procuração.
Quanto à venda do livro que alimenta tantas famílias, distrai muitas mais e, sobretudo, justifica magistralmente erros inqualificáveis do processo aberto por força do desaparecimento de Madeleine McCann, nada tenho a dizer, a não ser que, sendo agnóstica, antes de ser advogada, sei que os crimes e até os pecados, se pagam cá na terra, mesmo que os pecadores defendam a sua trafulhice  contratando caça-fantasmas ou usando o jornal " o Crime", cuja gerente tem o seu domicílio no escritório do actual advogado de Gonçalo Amaral.

                                                                               Assina Isabel Duarte

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