quinta-feira, 15 de março de 2012

" o Crime" e tvmais. Caso Maddie

 pág.s 12 , 13 e 14.
pág. 3 direito de reposta por P.Sargento

por Carlos Saraiva

Maddie: as dúvidas

(Introdução Negrito ) seguido de texto 

Galeria de suspeitos
Classificar o crime
A estranha aliança
Maddie está viva?



( serão publicados os  textos completos em espanhol e em inglês)

«I expect the McCann couple to respect the court order, and within 10 days, to return to us all the copies (about 7500) of the book 'Maddie, The Truth of the Lie'.»
Gonçalo Amaral, retired PJ coordinator, who investigated the case.

in Correio da Manhã, paper edition, page 15, March 15, 2012



http://joana-morais.blogspot.com/2012/03/mccann-case-judge-orders-immediate.html





o "Crime" páginas 3,12,13,14 e 31
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Em fundo amarelo:

Sem reconstituição do crime foi impossível construir um mapa rigoroso das movimentações.

Tinham negociado a compra de embriões congelados que enviaram para médico grego
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Caixas/lado direito:

Burlão do satélite
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Homens suspeitos
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O polícia paciente
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Conversa de embaixadores

A pista pedófila ( pág. 14)
Os vestígios e o olfacto dos cães.

CAIXA: Não há no processo, pelo menos que se conheça, informação sustentada sobre a pista pedófila.

(em fundo cinzento ): Tribunal manda devolver livros.

O Tribunal Cível de Lisboa notificou esta terça-feira a advogada dos McCann…….

……….. Já esta semana, a advogada da editora Guerra & Paz, declara que, afinal, os exemplares estão armazenados na zona da Matinha, em Lisboa, e que deveriam ser entregues logo que houvesse uma decisão judicial conforme. A1ª Vara do Tribunal Cível de Lisboa, notificou agora Isabel Duarte, fiel depositária dos livros, para no prazo de 10 dias, proceder à sua entrega à Guerra e Paz. 
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Pág. 14 

títulos (e texto)

Investigação mais "distanciada" procura respostas
Onde está a minha filha?

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Página 31 :

Desaparecidos

Caso Maddie volta a ser investigado

MAPA de Portugal com os locais de desaparecimentos e biografia/caracterização dos desaparecidos.

NOTA: os casos referenciados ( nesta página) constam na página oficial da Polícia Judiciária na Internet e fazem parte de bases de dados europeias ou mundiais.

Quinta - feira, 15 de Março de 2012 o Crime. pág. 3

Psicologia da Justiça
Opinião de Paulo Sargento
Docente Universitário

Resposta ao Direito de Resposta da Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte, advogada do casal McCann

A  Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte, representante legal dos Senhores Drs. Kate Haely e Gerald McCann, exerceu o seu direito de resposta a um artigo que publiquei neste jornal, na edição de 16 de Fevereiro.
Ora, tal facto só foi possível porque ainda vivemos numa sociedade onde a liberdade de expressão e a responsabilidade a ela inerente constituam prática inequívoca.
Assim, por questões de natureza deontológica, restringi a minha resposta à Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte à coluna que quinzenalmente assino neste Jornal.
Em primeiro lugar, reitero todo o conteúdo constante no texto que aqui publiquei em 16/02/2012, não lhe retirando sequer uma letra, para que as dúvidas não subsistam sobre o que penso do " caso" Maddie.
Em segundo lugar, registo a acentuada adjectivação do texto produzido pela Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte. Apreciando ou não o seu estilo da redacção, quero crer que o excesso de qualificativos que povoa a prosa com que nos presenteou não passou de um ornamento estilístico de arte e gosto discutíveis. A não ser assim, algumas dessas palavras correrão o risco de constituir uma ofensa pessoal que, não sendo pecado, atentariam contra a dignidade de um " português bom pai de família", podendo ,destarte, o seu autor incorrer na prática de um crime. Estou certo que o tempo e o local adequados trarão luz a esta minha dúvida.
Em terceiro lugar, a conta a que, pejorativamente, a Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte alude no seu texto, e da qual sou um dos titulares, destina-se EXCLUSIVAMENTE , repito, EXCLUSIVAMENTE ao pagamento das custas judiciais , relativas a processos que envolvem o ex- Inspector, Dr. Gonçalo Amaral. O dinheiro provém de donativos de cidadãos solidários com o ex- Inspector. A conta só pode ser movimentada por transferência bancária , assinada pelos dois titulares ( eu próprio e uma cidadã britânica) , e dirigida para as contas dos representantes legais do Dr. Gonçalo Amaral. Trata-se de uma conta de solidariedade com uma causa e com um cidadão e não de uma Fundação.
Em quarto lugar, ao contrário do que a Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte  afirma não tiro coelhos da cartola, pois não uso tal adereço de cabeça, nem tão pouco me reconheço hábil em artes de prestidigitação.  Assim, importa sublinhar que, quanto aos adiamentos e marcações de julgamentos a que me referi , os factos falam por si, mesmo que a Ilustríssima Advogada os queira negar, apelidando-me de devoto de " teoria da conspiração". E, já agora, para quem atribui a outros as tais "teorias", as menções a " caça-fantasmas", ao uso do Jornal " o Crime" para defesa de trafulhices, ou mesmo, a referência ao actual Advogado do ex- Inspector, Dr. Gonçalo Amaral, são bem reveladoras de quem merece o prémio- " Devoto da Teoria da Conspiração". Contudo, relativamente a este aspecto, quer pela gravidade dos conteúdos quer pela referência a terceiros, nada mais adiantarei.
Em quinto e último lugar , partilhando o agnosticismo reclamado, devo reconhecer que, pelo menos, num aspecto estou completamente de acordo com a Ex.ma Senhora Dra. Isabel Duarte : os crimes e os pecados pagam-se cá na terra!






tvmais edição n.º 1000 de 16 a 22 de Março de 2012

por Hernâni Carvalho 

Desaparecimento revisitado

pág.s 112 e 113

A Scotland Yard está a fazer uma " reapreciação" do processo Maddie. A reconstituição virtual feita por cientistas portugueses foi desprezada. Os ingleses querem outra…….
( segue-se texto) 
Nova equipa da PJ
Mais reconstituições virtuais
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Em fundo vermelho:
Esta não é a primeira vez que o caso Maddie muda de mãos.
Factos
Nunca foi feita uma reconstituição presencial sobre o sucedido.
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Em fundo branco ( caixa; lado d.º)
Interrupção da investigação "
Desde o lançamento do seu livro "Maddie- A Verdade da Mentira", que o ex- coordenador da PJ, Gonçalo Amaral afirma: "Não houve falhanço na investigação, houve interrupção da investigação ".
O homem que liderou a primeira investigação do desaparecimento de Madeleine, afastado do caso cinco meses depois, reconheceu alguns erros da investigação ( falta de reconstituição; ausência de exames aos gémeos e às roupas do casal e de Madeleine). Falhanço ou interrupção , de facto, o que houve foi o arquivamento.





















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