terça-feira, 17 de janeiro de 2012

“Paquetes-Hotel” e mais, por aí fora.

And Clarence Mitchell, who is representing Costa Cruises, said: "Mr Foschi confirmed the captain had been approaching the island of Giglio to 'make a salute'.















O que é que se poderá esperar exactamente de uma justiça que consegue a proeza de só agora começar a julgar o caso dos trafulhas e corruptos que se "abotoaram" com umas tantas malas de dinheiro, à conta do espantoso negocio de milhões dos três luxuosos “Paquetes-Hotel” que ancoraram em frente à “Expo 98”, paquetes nos quais era suposto terem pernoitado milhares de turistas, mas onde, pelos vistos, ninguém “conseguiu pregar olho de qualquer espécie”, para citar o grande Vasco Santana? É que de 98 até hoje já vão 12 anos com um raio!

Curiosamente, a mesma justiça tem tempo e vagar para aceitar e julgar os 2750 processos que o omnipresente casal McCann vai pondo a este e aquele, à esquerda e à direita. Ainda está a decorrer o último, para proibir o livro do inspector da Judiciária, contra o autor, os editores, a TVI... e já anunciam outro, outra vez, contra o inspector, agora por causa do segredo de justiça.

Já que falei do poderoso casal inglês, chamo atenção para o facto de continuarem com as “costas bem quentes”, terem fundos que continuam a parecer inesgotáveis... e muitíssimo tempo livre para estas campanhas mediáticas e processos judiciais. Com o tempo que ocupam nisto, não terão tempo nem para procurar as chaves do carro, se as perderem, quanto mais a pobre da criança...

E sim... acho que são moral e materialmente responsáveis pelo desaparecimento da filha, que a estória continua muito mal contada, que não entendo como é que ninguém ainda se lembrou de fazer uma coisa tão simples como acusá-los, julgá-los e condená-los por negligência grosseira e abandono de criança. Talvez acalmasse esta fúria “processual” que parece tê-los possuído e se dedicassem de facto à busca... se é que existe alguém para encontrar.

P.S. Antes que alguém perca tempo a pensar que eu sou um admirador do inspector Gonçalo Amaral ou do seu livro... não, não sou!

Já não tenho é pachorra para o ostensivo poder do casal McCann, apoiado numa fortuna indecente que obtiveram de mão beijada para esturrar em campanhas, e pior, nestes julgamentos idiotas, por contraste com os milhares e milhares de infelizes que não conseguem um minuto de atenção para os seus problemas, por parte da sociedade, da polícia ou da justiça.


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