segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Sociedade Civil CiberCrime/ predadores sexuais/pedófilos




                                                   CiberCrime



A Internet parece ser o espaço de eleição dos chamados predadores sexuais. Segundo dados da rede social My Space são mais de 29 mil. Em Portugal, de acordo com a Marktest, 2,3 milhões de internautas procuram e trocam fotografias e vídeos de carácter sexual. Produtos demasiado acessíveis a crianças.


Há quem defenda que uma das formas de controlar é restringir o acesso dos computadores a este tipo de sites. Mas, e quando os predadores andam na rua, à porta das escolas, no bairro onde as crianças brincam?


Aqui a solução pode passar por um bom policiamento e conhecimento das autoridades do perfil destas pessoas.

http://www.rtp.pt/play/?tvprog=23283&idpod=63022

http://sociedade-civil.blogspot.com/2008/09/predadores-sexuais-internet-parece-ser.html


TERÇA-FEIRA, SETEMBRO 22 2008

Predadores sexuais


A Internet parece ser o espaço de eleição dos chamados predadores sexuais. Segundo dados da rede social My Space são mais de 29 mil. 


Em Portugal, de acordo com a Marktest, 2,3 milhões de internautas procuram e trocam fotografias e vídeos de carácter sexual. Produtos demasiado acessíveis a crianças.


Há quem defenda que uma das formas de controlar é restringir o acesso dos computadores a este tipo de sites. Mas, e quando os predadores andam na rua, à porta das escolas, no bairro onde as crianças brincam?




Aqui a solução pode passar por um bom policiamento e conhecimento das autoridades do perfil destas pessoas.


Gonçalo Amaral, ex-Coordenador Operacional da Polícia Judiciária


Ana Caetano, Advogada


Alexandra Simões, SOS Crianças Desaparecidas


Álvaro de Carvalho, Médico Psiquiatra e Presidente da Associação Rede de Cuidadores
Publicado por Sociedade Civil






Matéria de facto





Direitos de pedófilos e testemunhas
Contra a pedofilia têm vindo a ser adoptadas medidas limitativas de direitos pessoais – como restrições profissionais de forma a impedir o trabalho com crianças.
  • 27 Setembro 2008
Por: Gonçalo Amaral, ex-coordenador da PJ

Em alguns países existe a obrigatoriedade de os condenados por pedofilia, após cumprimento de pena, informarem as autoridades quanto a mudanças de residência e ausências para o estrangeiro. 


Noutros fala-se em castração química. Estas medidas restritivas, segundo alguns, visam apenas proteger as crianças.


No confronto entre direitos, ocorrem situações, à primeira vista, incompreensíveis. 

Há poucos meses, foi tornado público um processo-crime, em que se teve o cuidado de "esconder" as identidades de pedófilos condenados a residirem em Portugal ou que aqui se encontravam de férias. 


Como no nosso país não existe a obrigatoriedade de os pedófilos informarem o seu local de residência ou viagens, tal decisão parece juridicamente acertada.


O que não se compreende é como se deu a conhecer a identidade de centenas de testemunhas, bem como a sua filiação, moradas, local de trabalho e números de telefone, os quais apenas cumpriram o seu dever cívico de testemunhar. 


Os pedófilos, mesmos condenados, têm mais direitos do que uma mera testemunha?





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