terça-feira, 17 de maio de 2011

Até agora ....... Polícia inglesa não pediu reabertura do processo à PGR







Portuguese Attorney General's Office: No request received from UK Police

17 MAY 2011 | POSTED BY ASTRO


A Polícia Judiciária (PJ) foi avisada previamente das intenções da polícia metropolitana de Londres de reavaliar o caso relacionado com o desaparecimento de Madeleine McCann. Não obstante o processo judicial ter sido formalmente arquivado pelo Ministério Público, a polícia inglesa informou a Judiciária de que iria proceder a uma reanálise do caso, na sequência da intervenção do primeiro-ministro britânico, David Cameron. Esta reavaliação, sublinhavam as autoridades inglesas, não deveria ser entendida como uma avaliação menos positiva da actuação da polícia portuguesa, soube o i junto de fontes próximas do caso. 


Esta atenção dedicada ao caso McCann não se traduz, por enquanto, na reabertura do processo-crime cuja tutela é exclusivamente do Ministério Público. Mas à semelhança do que acontece com outros processos arquivados por falta de provas a polícia pode sempre fazer averiguações no sentido de resolver o caso. Caso essas averiguações resultem na descoberta de factos que contribuam para novos desenvolvimentos na investigação, o Ministério Público pode reabrir o processo, como aconteceu, por exemplo, no processo relacionado com o jovem Rui Pedro, em Lousada. 


Pedro do Carmo, director nacional adjunto da Polícia Judiciária, afirmou ao i que a PJ não só "está disponível" para contribuir e colaborar neste caso, " como profundamente empenhada" em averiguar elementos "credíveis, consistentes e relevantes que possam contribuir para o esclarecimento sobre o que aconteceu a Madeleine McCann."


A direcção da Polícia Judiciária não quer comentar o suposto acordo sugerido pela judiciária que Kate relata no livro "Madeleine", publicado no dia 12 de Maio em Inglaterra. "Quando tomámos posse como directores o caso já tinha sido investigado", diz Pedro do Carmo, por isso nada pode adiantar. Sobre a possibilidade de haver material que não tenha sido incluído no processo judicial, o director nacional adjunto da PJ não acredita que o Ministério Público tenha actuado dessa forma. 


Kate McCann conta ainda ter sido pressionada para fazer um acordo com a polícia. Alegadamente, os investigadores teriam proposto que confessasse um acidente fatal no apartamento e admitisse ter escondido e feito desaparecer o corpo, em troca de uma pena de dois anos de cadeia. Este ''acordo'' só seria aplicável à mãe de Maddie, podendo o marido, Gerry McCann, "voltar ao trabalho" e a casa. Este castigo de dois anos, afirma ainda, seria a alternativa a uma dura sentença que decorreria de uma acusação de homicídio em Portugal onde "poderíamos ambos ter uma pena de prisão perpétua". O que é impossível de acordo com a legislação nacional, cuja pena máxima é de 25 anos de prisão efectiva. 


O i tentou contactar Luís Neves, mas o responsável pela Unidade Nacional Contra o Terrorismo da Polícia Judiciária não quis comentar as declarações da mãe de Madeleine McCann.


Livro Kate revela no seu livro os dias que se seguiram ao desaparecimento da filha, os interrogatórios da polícia, as discussões com o advogado Carlos Pinto de Abreu e os sonhos e medos . O medo que sentiu quando, pela primeira vez, se viu sozinha, frente a frente, com os interrogadores da polícia, e quando foi confrontada com o facto de os investigadores não acreditarem no seu testemunho. Relembra também o desespero do marido, Gerry McCann, quando é confrontado com as suspeitas de que eram alvo e afirma: "Estamos acabados. A nossa vida acabou."


.......O conteúdo promete polémica mas não é garantia que se reabram investigações. 




http://www.ionline.pt/conteudo/123633-maddie-pj-sabia-que-policia-inglesa-ia-reavaliar-o-caso 




........ já terá sido mesmo destacada uma equipa de dez elementos, que engloba peritos forenses.
No entanto, esta decisão está a dividir a sociedade inglesa, nomeadamente na classe política. "O que está em causa é a independência da polícia. Não se pode pedir assim que a nossa polícia vá actuar fora de jurisdição, sem garantias de sucesso, e gastando milhões de libras. Além de que existem muitos outros casos por resolver", disse indignado o deputado trabalhista Harris Haringey.






http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/nova-busca-em-portugal 




O casal quer que seja analisada toda a informação recolhida pelas polícias portuguesa e britânica para tentar encontrar dados importantes para a busca.

Entretanto, e mais uma vez, o Ministério Público lembrou que o caso poderá ser reaberto quando "existirem factos credíveis e relevantes, tal como é exigido por lei". Contudo, adianta a resposta, "até ao momento, não surgiram factos que permitam a reabertura do processo".






http://www.ionline.pt/conteudo/123608-madeleine-policia-inglesa-nao-pediu-reabertura-do-processo-s-autoridades-portuguesas 

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