domingo, 6 de março de 2011

Filomena tem carácter. É gente boa! K. não é !

http://www.destak.pt/artigo/651

Acho que já vai sendo altura da comunicação social deixar de prestar tanta atenção a este assunto, o que acaba por dar origem a fenómenos como este de histeria ou procura de protagonismo.
Já satura estarmos permanentemente a levar com a fotografia da criança! As coisas têm de ter um limite razoável, que me parece já ter sido ultrapassado.
Parece que a família da criança nos quer obrigar a considerar o aparecimento da miúda um objectivo nacional ou mesmo europeu. Têm de entender que nós lamentamos o sucedido, mas que a filha deles não tem de ser o centro das novas vidas e que terão de viver com os remorsos da atitude que tiveram na noite do rapto. Deixemos as autoridades tratarem do assunto à sua maneira, sem duvidarmos do seu empenho e capacidade. Se não tivesse havido tanto show off, para satisfazer os ingleses, talvez as investigações tivessem avançado mais.
Estou bem mais preocupado com o aparecimento do Rui Pedro, pois desapareceu há mais tempo e não me pareceu ter vindo a merecer tanta atenção por parte da comunicação social..
Fernando | 18.05.2007 | 14.06H




Mãe de Rui Pedro criou site na Internet
Menino desapareceu há nove anos. Família seguiu exemplo de Maddie



«Faz já nove anos que o Rui Pedro desapareceu. Nos nossos corações vive a esperança de ainda o podermos encontrar. Nunca havemos de desistir. Este novo site foi criado com essa intenção... Encontrar o Rui Pedro», lê-se.


A criação do site foi anunciada por Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro, na sexta-feira, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinalado em Lisboa com uma conferência europeia.

Sete crianças portuguesas desaparecidas

Rui Pedro, que é uma das sete crianças portuguesas desaparecidas nos últimos anos, foi visto pela última vez a 4 de Março de 1998 em Lousada quando tinha onze anos.

Nove anos depois a mãe continua a acreditar que um dia encontrará o filho e apela a um reforço dos meios das autoridades portuguesas para a investigação destes casos.


«É essencial que se dê meios e a todos os que estão envolvidos nestas investigações.

É preciso que todos colaborem», disse Filomena Teixeira que sexta-feira marcou presença em Lisboa na conferência europeia sobre crianças desaparecidas.


Há nove anos, adiantou, este problema do rapto de crianças não se colocava, na maioria das vezes pensava-se que tinha fugido de casa.


«Hoje já não é assim», disse, adiantando, contudo, que ainda há um caminho a fazer como, por exemplo, a actualização da imagem das crianças desaparecidas.


«Esta é uma das coisas que gostava que se fizesse. No caso do meu filho, por exemplo, que desapareceu com onze anos, hoje já tem 20 anos», adiantou.



http://canais.sol.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=38518

08 JUN 07

Em formalização
Associação de Crianças Desaparecidas já tem 67 sócios

Sessenta e sete pessoas já se inscreveram como sócias da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD), em formação, cujo objectivo principal é facilitar a recolha e a divulgação de informações que possam contribuir para a sua localização

A ideia de criar esta associação é da responsabilidade da família de Rui Pedro, que desapareceu quando tinha 11 anos, a 4 de Março de 1998, supostamente enquanto andava de bicicleta num terreno baldio atrás do escritório onde a mãe trabalhava, em Lousada.

Contactado pela agência Lusa, o tio e padrinho de Rui Pedro, Carlos Teixeira, afirmou que ainda hoje enviará para o Registo Nacional de Pessoas Colectivas o nome da associação para aprovação.

«Neste momento foi já elaborada uma minuta dos estatutos, que se encontra para apreciação, e temos já 67 associados», afirmou Carlos Teixeira.

Segundo referiu, a ideia é aceitar a participação de todos aqueles que queiram ajudar a definir os objectivos e encontrar as pessoas certas que queiram participar e dirigir a associação, em regime de voluntariado.

«Parece-nos importante aproveitar os recursos e vivências de cada um, especialmente aqueles que pretendam ajudar de forma voluntária», sustentou.

Na opinião da família do Rui Pedro, não deveriam ser os pais de crianças desaparecidas em Portugal a liderar esta associação, «especialmente devido à situação que enfrentam, prevendo-se que em alguns casos pudessem ser acusados de alguma parcialidade».

«Prevemos a criação de um conselho consultivo, formado pelos pais das crianças desaparecidas e com competências na definição das linhas mestras de actuação. São eles que têm maior sensibilidade para distinguir entre as diversas actuações as que respeitam os seus sentimentos e que melhor acautelam os interesses das crianças e deles próprios», acrescentou Carlos Teixeira.

«O Conselho Consultivo é constituído por todos os associados que sejam pais de crianças desaparecidas, os quais adquirem a qualidade de membros deste órgão logo que o solicitem à direcção da associação», refere a minuta dos estatutos.

Carlos Teixeira afirmou que foram já feitos contactos com famílias de outras crianças desaparecidas em Portugal e que estas se mostraram «dispostas a ajudar».

«Ainda não houve oportunidade de falar com a família de Madeleine McCann», a criança britânica de quatro anos que desapareceu há mais de um mês do quarto onde dormia num aldeamento turístico da Praia da Luz, no Algarve, especificou.

O tio de Rui Pedro apelou ao apoio e empenho de figuras públicas, «que, além de poderem promover a associação, poderão apoiar na divulgação das imagens das crianças».

«O que se espera principalmente das figuras públicas é a sua colaboração em campanhas e que tenham sempre presente este problema nas áreas em que actuam», referiu.

De acordo com a minuta dos estatutos, caberá à associação «cooperar com entidades públicas e particulares na definição de procedimentos que visem a prevenção das situações de desaparecimento de crianças e, perante uma situação concreta, facilitem a actuação das entidades competentes».

Promover a realização de eventos com interesse para a situação das crianças desaparecidas e sugerir e orientar o debate público sobre temas relacionados com este problema são outras actividades que a associação prevê dinamizar.

Qualquer pessoa ou entidade pública ou privada que se identifique com os estatutos poderá ser sócio da futura associação sem fins lucrativos, cujo valor da quota não excederá os 2,5 euros por mês.


Na sequência da mediatização deste caso, a família de Rui Pedro criou também um site, em mais uma tentativa para o reencontrar.
Lusa/SOL



01 | 06 | 2007 13.03H


Rui Pedro desapareceu há nove anos e Rui Pereira há oito, mas as respectivas mães acreditam que vão reencontrar os seus filhos, porque "esperança" é a palavra que está na ordem do dia destas famílias.


As cerca de duas mil crianças de escolas do concelho lançaram uma dezena de conjuntos de balões brancos, cada um delescom o nome de uma criança desaparecida em Portugal, incluindo o de Madeleine McCann, a britânica de quatro anos que desapareceu do seu quarto de hotel no Algarve há já quase um mês.
A iniciativa, da responsabilidade da Junta de Freguesia de Matosinhos, incluiu ainda o descerramento de um painel gigante com a inscrição de dez nomes de crianças/adolescentes desaparecidos, que se vai manter durante o fim-de-semana na marginal do concelho.


Angústia de mãe


O desaparecimento de Madeleine McCann voltou a reavivar na memória dos portugueses o caso de Rui Pedro, cuja mãe, Filomena Teixeira, só deseja que, no futuro, a polícia garanta uma actuação idêntica à que tem desenvolvido relativamente a este acontecimento.

«A actuação da polícia agora não tem comparação possível em relação ao desaparecimento do meu filho», disse, referindo ainda que pretende, em breve, e de modo a evitar que se esqueçam as crianças desaparecidas, «criar uma associação» que tenha por objectivo «ajudar a encontrar» todos estes menores.


Filomena Teixeira classificou esta iniciativa em Matosinhos como «emocionante» e, mostrando estar «muito sensibilizada», salientou o quanto «é bom relembrar» o desaparecimento do filho, para que a Polícia Judiciária (PJ) continue a investigar e o caso não fique no esquecimento.


Laurinda Meira, mãe de Rui Pereira, que desapareceu há oito anos, disse que, após um longo período de afastamento, os seus filhos decidiram esta semana voltar a contactar a PJ, «pedindo à polícia para que faça, no nosso caso, o mesmo que está a fazer com a menina inglesa», revelando que «A polícia só lá foi passado dois meses e já não foi fazer nada».
A única pista que lhe foi dada sobre o paradeiro do seu filho tem já cerca de três anos, quando «uma pessoa disse que o viu na Suiça, na parte italiana».


Com Lusa


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Nunca os aproveitadores, os Mcs, chegarão alguma vez aos calcanhares desta Mulher, com M!

Mãe Coragem !

O 1º inspector que vá trabalhar para os mcs;pois estão todos mais em consonância na falta de tudo o que define gente imprópria para consumo.







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