quinta-feira, 3 de março de 2011

Cidadão activo: G.Amaral



















“Vivemos num caldo do aproveitamento”


"Vivemos num caldo do aproveitamento e do uso e do abuso das influências", afirmou ontem o presidente da Câmara de Portimão, Manuel da Luz, no debate promovido pelo CM, no Museu Municipal da cidade, para quem "este é o momento para provocar uma reflexão" sobre o enriquecimento ilícito e a corrupção.

"Parece que a confiança é uma matéria escassa nos tempos de hoje", comentou o autarca.

António Cabrita, do Conselho Superior da Ordem dos Advogados, levantou questões jurídicas sobre o facto de a petição ser direccionada apenas para a classe política e sobre a inversão do ónus da prova, mas destacou:

"Há falta de meios para investigar."

Manuel Catarino, subdirector do CM, reforçou: "Contam--se pelos dedos de uma mão os casos que chegam a tribunal."


Na plateia, o ex-coordenador da PJ Gonçalo Amaral apelou à necessidade de uma investigação "pró-activa".

Um tema que mereceu a concordância do director regional da Agricultura e Pescas do Algarve. "O poder judicial devia ser muito mais incisivo", disse Castelão Rodrigues





http://www.youtube.com/watch?v=KIzMA4SA-9E&feature=player_embedded#at=63


De: xklamation | Criado em: 18/04/2009

In this interview Gonçalo Amaral describes how the PJ was warned that British paedophiles were coming to Portugal or residing here, however that was only after Madeleine's disappearance. GA says that in the process of Maddie McCann the sex offenders list, sent by the UK authorities was omitted by the PGR, the Portuguese General Attorney Office, while other witness statements names, and addresses were divulged.





Gonçalo Amaral avança contra os McCann







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