sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Caso Madeleine MCCann


Embaixador britânico diz que a Polícia britânica obteve provas contra os McCann.Wikileaks





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Sobre a estranha defesa política do "Casal McCann"

15 de Dezembro de 2010

O embaixador britânico defendia na TV os McCann, pouco depois o novo embaixador diria ao seu congénere britânico que "a polícia britânica tinha provas contra o casal".
E indícios da pressão política Trabalhista contra o Governo português... E da cedência do mesmo!


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http://gazetadigitalmadeleinecase.blogspot.com/2010/12/diplomatic-affair.html


17.12.10


A diplomatic affair?



It was big news all over the British Media. A cable sent by the US ambassador in Lisbon quoted the UK ambassador saying that British officers had developed evidence against the McCann parents. Everyday (unfortunately...) children disappear all over Europe. How many of those children are so important that the ambassadors from the of most powerful nations of the world had a talk about it? And how many of those children are so important that the ambassador of United States of America sends a confidential report to the State Department with the information he has about the case?


Publicada por Paulo Reis em 02:51:00


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http://pagina--um.blogspot.com/2010/12/caso-mccann-e-voos-da-cia-so-serao.html


Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

Caso McCann e "voos da CIA" só serão reabertos com factos novos e credíveis




FC – CC – LUSA


Lisboa, 14 dez (lusa) - O procurador-geral da República (PGR) esclareceu hoje que os casos "voos da CIA" e "Madeleine McCann" só serão reabertos se surgiram factos "novos, relevantes e credíveis" e que "indiquem indícios criminais".


Pinto Monteiro falava aos jornalistas à margem da apresentação do livro "Tribunal da Relação de Lisboa - Uma casa da Justiça com rosto", destinado a homenagear todos os que trabalharam naquele tribunal superior.


Confrontado com as declarações de segunda-feira da diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) sobre o caso "voos da CIA", o PGR frisou que Cândida Almeida "não disse nada" que ele não tenha dito já, ou seja, que "só há uma reabertura do inquérito se aparecerem factos novos, relevantes e credíveis e que indiquem ilícitos criminais".


Pinto Monteiro observou que "até agora não apareceu nenhum" e que "opiniões, divagações, raciocínios, construções abstratas, não são factos".


O PGR garantiu que no dia em que aparecer um "facto novo" relacionado como o "os voos da CIA" isso ser-lhe-á comunicado e o caso será analisado. "Até agora estou descansadíssimo", disse.


Para Pinto Monteiro, o caso McCann é "exatamente igual", pois como "foi arquivado e muito bem" pelo Ministério Público, só será reaberto se surgirem novos factos e relevantes.


"Conversas de jornal e propaganda publicitária não dá para abrir [inquéritos]", concluiu.


Nos últimos dias, o jornal espanhol El País divulgou vários telegramas da diplomacia norte-americana disponibilizados no 'site' da Wikileaks sobre Portugal.


Em alguns desses documentos, segundo o diário, afirma-se que Portugal permitiu aos Estados Unidos utilizar a base das Lajes, nos Açores, para repatriar detidos de Guantánamo.


Outro telegrama refere o caso Madeleine McCann e que foi a polícia britânica que encontrou provas contra os pais da criança.


Na segunda-feira, Cândida Almeida afirmou que o DCIAP está a analisar os documentos que estão a ser tornados públicos pela organização Wikileaks e pelos jornais sobre voos norte-americanos de repatriamento de prisioneiros de Guantánamo que alegadamente passaram por Portugal.


"Obviamente que o DCIAP está a fazer a análise da documentação, das notícias que têm vindo a lume a propósito dos voos da CIA. Até sábado eram informações genéricas que tinham a ver com o regresso de Guantánamo e não a ida para lá. Hoje sei que vêm notícias novas que serão objeto de estudo e de análise", disse Cândida Almeida.


No dia 07, o ministro dos Negócios Estrangeiros assegurou no Parlamento que não houve qualquer sobrevoo ou escala de repatriamento de detidos de Guantánamo sobre território português nem qualquer pedido formal dos Estados Unidos, mas apenas diligências diplomáticas confidenciais.


O caso dos "voos da CIA" teve início em novembro de 2005, quando o jornal norte-americano "Washington Post" revelou a existência de prisões secretas da CIA em vários pontos do mundo para suspeitos de terrorismo.


A eventual passagem por países europeus, incluindo Portugal, de voos da CIA com prisioneiros para Guantánamo foi alvo de inquérito no Parlamento Europeu, com a organização de direitos humanos britânica Reprieve a garantir que largas dezenas de voos passaram por território português, entre 2002 e 2006.


Uma participação da eurodeputada Ana Gomes à PGR e outra do jornalista Rui Costa Pinto levaram o Ministério Público a decidir, em fevereiro de 2007, a abertura de um inquérito, que foi posteriormente arquivado.


Quanto caso de Madeleine McCann, uma menina inglesa que desapareceu no Algarve em 2007, foi também arquivado, depois de os pais da criança terem sido constituídos arguidos.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***


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http://mccannexposure.wordpress.com/2010/12/16/goncalo-amaral-gathering-new-information-to-force-re-opening-of-madeleine-mccann-case/


Gonçalo Amaral, gathering new information to force re-opening of Madeleine McCann case


Posted: 16/12/2010 by HLM in Madeleine McCann case


Many thanks to Carolina for the following translated summary of a recent Portuguese interview given by Gonçalo Amaral.

The British Ambassador in Lisbon admitted that the police of his country found incriminating evidence against the McCanns in the disappearance of their daughter, as was revealed in Wikileaks. GA admits, that although he does not know what this evidence is, it could have been hidden. “It is very strange that they did not send us, for example, the information about the pedophile suspicions on David Payne”, who was an element of the group in Praia da Luz, in the Algarve, in May 2007.

“Also, the English police always told the PJ that there was nothing relevant with regard to credit cards” of the parents of Maddie and of the friends in their group nor in relation to the “relationship between Kate and Gerry or the medical history of Maddie”, for example.

The coordinator of the PJ does not believe that the evidence of which the Ambassador spoke, in a conversation with the US Ambassador, has anything to do with the fact that the dogs, who detected blood and cadaver odour in the trunk of the car rented by the McCanns, were British. “This is because at the time of the conversation, 28 September 2007, the English laboratory had already stated that the blood traces did not correspond to Maddie.”

Therefore, the evidence of which Ellis spoke “must be something else” – which the English police did not hand over to the PJ. For Amaral, the most probable hypothesis is with regard to David Payne: In Majorca, two summers before, he rubbed his nipple and put his finger in his mouth while looking at Maddie, suggesting a sexual act and asking Gerry if his daughter did that.

This act was witnessed by an English doctor, who informed the English police on 16 May 2007. “The PJ only learned of this in October and when Paulo Rebelo’s group went to England, to question the group, “David Payne was the only one who was heard by the English Police without the presence of the PJ”.

DETAILS

HE LIKED TO BATHE THE CHILDREN
Payne was the last person, beside Maddie’s parents, to see the child alive. The Englishman, who is suspected of pedophilia, liked to bathe the children.

NEW INVESTIGATION
Gonçalo Amaral, the retired PJ investigator, has told CM that he is gathering together new evidence in order to force the reopening of the investigation.

LABORATORY
Amaral has serious doubts as to the DNA results obtained in the British laboratory..

Discussion on this revelation is taking place here


http://missingmadeleine.forumotion.net/t13322-maddie-case-english-suspects-of-withholding-relevant-evidenc


http://mccannexposure.wordpress.com/2009/12/24/joana-morais-a-force-to-be-reckoned-with/


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1454815



Processo Maddie divulgado na Net para inglês ver


2009-12-24

N. M. M.


Uma apoiante de Gonçalo Amaral publicou num "blogue" na Internet excertos dos autos de investigação do desaparecimento de Madeleine McCann, a 3 de Maio de 2007.

As páginas do processo, traduzidas em inglês, constituem nada mais nada menos que a sustentação da tese do ex-coordenador da PJ. Isto é, que a menor morreu no apartamento do Ocean Club, na Praia da Luz, Algarve, e que os pais estarão envolvidos no desaparecimento do cadáver.

No sítio "joana-morais.blogspot.com" podem consultar-se várias peças processuais de investigadores da Polícia Judiciária, das quais se destacam uma informação de serviço que descreve o nervosismo do casal McCann quando soube que iria ser interrogado sobre indícios; o depoimento de um amigo do casal descrevendo um comportamento estranho de outro amigo; e um relatório intercalar assinado pelo inspector-chefe Tavares de Almeida, que defende a tese da morte.

Na sequência de uma providência cautelar interposta por Kate e Gerry McCann, o ex-investigador está proibido de fazer comentários públicos sobre o que acredita ter acontecido à menina. Mas a juíza das Varas Cíveis de Lisboa não proibiu amigos de o fazerem em vez de Gonçalo Amaral - que lançou, recentemente o livro "A Mordaça Inglesa"


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http://joana-morais.blogspot.com/2010/12/maddie-case-english-suspects-of.html


Inside article


Maddie Case: British ambassador revelations raise new suspicions


"English may have other evidence"


Gonçalo Amaral, former coordinator, believes that the British police did not disclose everything to the PJ regarding the McCanns and the suspicions of paedophilia of their friend Payne



by Henrique Machado


The British ambassador in Lisbon admitted that the police of his country found incriminating evidence against the McCanns in the disappearance of their daughter Maddie, as was revealed by WikiLeaks. Gonçalo Amaral, the former Judiciary case coordinator "without knowing which evidence are those", admits that they could have been omitted. "It is very strange, for example, that they did not send us the information relative to the suspicions (of paedophilia) referring to David Payne", an element of the [Tapas]group in Praia da Luz, in the Algarve, in May 2007.


"Similarly, the British police always told the PJ, in the requests made, that there was nothing relevant as to the credit card transactions" made by Maddie's parents or by the group of friends, nor in relation to "Kate and Gerry's relationship or to the missing child clinical records", for example.


The PJ coordinator does not believe that the evidence mentioned by the UK ambassador, Alexander Ellis, with his US counterpart had anything to do with the fact that the dogs, which have detected blood and cadaver odour in the trunk of the car rented by the McCann, were British. "Even because, on September 28 (the day the ambassadors' conversation took place), the English lab [F.S.S.] had already stated that the blood evidence gathered did not belong to Maddie". Therefore, the evidence that Ellis makes reference to "must be something else" - which the British police failed to deliver to the Judiciary.



For Amaral, the most probable hypothesis has to do with Payne: in Majorca, two summers before, he would have rubbed his nipple and put his finger in his mouth while looking at Maddie, suggesting a sexual act, asking to Gerry if his daughter would do that.


Those gestures were witnessed by a British doctor, who denounced them to the British police in May 16, 2007. "The PJ was only informed in October", and, when Paulo Rebelo's team went to England with questions for the group, David Payne "was the only one who was heard by the English Police without the presence of the PJ".


Details

He enjoyed giving bath

Payne was the last person, known, besides the parents, to see Maddie alive. The Englishman, over whom a suspicion of paedophilia was raised, enjoyed giving bath to children.


New Investigation

Gonçalo Amaral, PJ inspector now retired, told the CM that he is gathering new indicia that provide for the reopening of the investigation.


Laboratory

Amaral raises doubts as to the DNA results obtained by the English lab [Forensic Science Service].



in Correio da Manhã - Page. 10 Paper Edition & Online here


Caso Maddie


“Ingleses podem ter outras provas”


Revelações de embaixador inglês levantam novas suspeitas. Gonçalo Amaral, ex-investigador, acredita que polícia britânica não contou tudo à PJ sobre os McCann e as suspeitas de pedofilia quanto ao amigo Payne.

Por:Henrique Machado




O embaixador britânico em Lisboa admite que a polícia do seu país encontrou provas que incriminam o casal McCann pelo desaparecimento da filha Maddie, conforme já foi revelado pelo WikiLeaks. E Gonçalo Amaral, o ex-investigador do caso na Judiciária, "sem saber que provas são", admite que possam ter sido ocultadas. "É muito estranho, por exemplo, que não nos tenham enviado informações sobre as suspeitas [de pedofilia] referentes a David Payne", elemento do grupo da Praia da Luz, no Algarve, em Maio de 2007.

"Da mesma forma que a polícia inglesa disse sempre à PJ, nas informações pedidas, não haver nada de relevante quanto a movimentos de cartões de crédito" dos pais de Maddie ou do grupo de amigos, nem em relação ao historial de "relacionamento entre Kate e Gerry ou ao historial clínico da criança desaparecida", por exemplo.

O coordenador da PJ não acredita que as provas de que falou o embaixador Alexander Ellis, em conversa com o homólogo dos EUA em Portugal, tivessem que ver com o facto de serem britânicos os cães que detectaram sangue e odor a cadáver na mala do carro alugado pelos McCann. "Até porque, em 28 de Setembro de 2007 [no dia em que terá ocorrido a conversa entre embaixadores], já o laboratório inglês dizia que os vestígios de sangue encontrados não eram de Maddie."

Logo, as provas de que Ellis falava "têm de ser outras" – que a polícia inglesa não fez chegar à Judiciária. Para Amaral, a hipótese mais provável diz respeito a Payne: em Maiorca, dois verões antes, terá friccionado um mamilo e colocado um dedo na boca ao olhar para Maddie, sugerindo um acto sexual e perguntando a Gerry se a sua filha o fazia.

Os gestos foram testemunhados por uma médica inglesa, que os denunciou à polícia inglesa em 16 de Maio de 2007. "A PJ só soube disto já em Outubro" e, quando a equipa de Paulo Rebelo foi a Inglaterra com perguntas para o grupo, David Payne "foi o único que a polícia inglesa não ouviu na presença da PJ".





"I was sitting between Gerry and David and I think both were talking about Madeleine (...). I remember David saying something to Gerry about "she", meaning Madeleine 'would do this'. While he mentioned the word 'this', David was doing the action of sucking one of his fingers, pushing it in and out of his mouth, while with his other hand he was doing a circle around his nipple (...). I remember being shocked by that."


in Euro Weekly News: Gaspars on David Payne odd Behaviour


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http://www.youtube.com/watch?v=tSTi9Et9JDA&feature=player_embedded





http://onlinedatingsuccesstips.com/10265/madeleine-mccann/

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