quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Mais afrontas a GA, aos Portugueses e a Portugal














http://mercedessigueaqui.blogspot.com/2010/11/caso-madeleine-mccann-el-matrimonio.html




.......(Inciso: Ahí me gustaría ver a Dñ. Isabel Duarte defendiendo lo indefendible)


Traducción de Mercedes

Inciso: Tal vez los McCann y sus asesores olvidan que todavía hay una parte del proceso bajo “secreto sumarial” lo que significa que no pueden tener acceso a esa información. El Team McCann también parece subestimar la eficacia de la policía británica, que ha afirmado en reiteradas ocasiones que TODA la información que reciben sobre el caso Maddie es remitida INMEDIATAMENTE a Portugal para ser anexada al sumario ya existente ¿Qué parte es la que no entienden los McCann? ¿Qué puede haber en ese proceso que se le haya pasado por alto tanto a la policía británica como a la portuguesa y que por lo que parece es justo lo que va a resolver el caso? Absolutamente nada. Que se dejen de solicitar revisiones “ilegales” y de dar ruedas de prensa paridas de agencias de lavado de imagen y hagan lo que tienen que hacer: Solicitar la REAPERTURA de la investigación, algo que de momento, NO HAN HECHO NUNCA. 

Aguardamos con impaciencia el "eco sin contrastar/confirmar/cuestionar de los profesionales de los medios de comunicación". Se cubren de gloria con casos como este. " 











10 de Novembro, 2010    Por Margarida Davim  ( Semanário Sol" 

O Tribunal da Relação levantou, a 19 de Outubro, a proibição de venda do livro de Gonçalo Amaral A Verdade da Mentira. Mas Isabel Duarte, advogada dos McCann e fiel depositária das cópias aprendidas, ainda não entregou os cerca de dez mil exemplares à editora.

São cerca de dez mil as cópias do livro de Gonçalo Amaral, A Verdade da Mentira, que continuam à guarda da advogada de Kate e Gerry McCann, apesar de o Tribunal da Relação ter anulado a decisão de proibir a sua venda e distribuição


Gonçalo Amaral tem outra opinião: «A não entrega dos livros pode consubstanciar um crime de desobediência civil».
O antigo responsável pela investigação do desaparecimento de Madeleine McCann defende que a decisão da Relação não tem recurso.

 «A decisão da relação só admitiria um recurso extraordinário para o Supremo Tribunal de Justiça, ou seja, um recurso de uniformização de jurisprudência, caso existisse jurisprudência contrária à decisão do Tribunal da Relação». 

Mesmo nesse caso, o recurso «não teria efeitos suspensivos».

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Companhia das Manhãs. 



H. C. - ................Paulo Sargento, o Senhor que acompanha isto tão empenhadamente , qual a razão por ninguém em UK não ter apresentado qualquer queixa ? 
P.S. - pois, isso é um fenómeno muito estranho. 
A primeira coisa que eu queria fazer era enviar um abraço para Gonçalo Amaral e dizer-lhe finalmente que há um primeiro sinal de viragem de todo este processo . 
Porque este reconhecimento, digamos, pela lei portuguesa , deste Processo é, digamos, uma borracha que tenta apagar uma mácula ( nódoa, mancha) grande a qual tem por detrás uma série de problemas. 
O primeiro dos quais , estava aqui o Paulo (PPC) a falar da reabertura do Processo , 
é perceber o que é que o senhor Procurador de Évora está à espera para, digamos, colocar cá fora as novas diligências que foram propostas .

Algumas dessas diligências foram propostas porque não foram exactamente efectuadas no âmbito do processo.

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