quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O Diário de notícias (?) sem saber como fazer as ditas.

Bom, aqui fica uma excelente opinião:Acontece que Waine e o pai Raymond não se davam bem nem conviviam há mais de 20 anos. A carta ("carta") diz Waine, foi queimada por ele próprio. Se estivesse interessado não o teria feito. Se é que a recebeu. Depois o Sun de Uk é dos mais fracos divulgadores de notícias; normalmente fazem o jogo dos progenitores negligenciadores. Depois, os " redactores" do Sun dizem que souberam por uma 3ª pessoa????? E nem sequer têm uma carta ( que jamais terá existido) para provar. Não esqueçamos o imaginário cigano; não esqueçamos as deportações de ciganos, actualmente. Não acha que tudo isto será apenas conveniente ? E, mais uma vez, quais os objectivos? Portugal deve apoiar os Seus Cidadãos e não colaborar em farsas de Uk




Vemos aqui que o " precioso" DN apresenta apenas as possibilidades quase todas, menos a de votar os comentários. Também não tenho conseguido avançar mais do que a última página. Será do browser? 
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2.9.10
Jornalistas mentecaptos? Ou haverá aqui algo mais que isso?





O pedófilo Raymond Hewlett escreveu uma carta, antes de morrer, em Abril passado, onde diz que um clã cigano raptou Madeleine Mccann, por encomenda de um casal rico que n˜åo tinha filhos. A carta foi entregue por um desconhecido ao filho de Hewlett. Wayne Hewlett, que tinha cortado relações com o pai há muitos anos, leu a carta e queimou-a. 
A notícia foi avançada pelo jornal Sun, há dois dias. O porta-voz dos Mccann, Clarence Mitchell, disse aos jornalistas que os pais de Madeleine “estavam muito gratos a Wayne, por este ter revelado aquela informação” e os investigadores ao serviço do casal iriam colocar, no topo das suas prioridades, interrogar o filho de Raymond Hewlett. 
Aqueles que conhecem bem este caso não ficarão admirados com a criatividade do “Team Mccann”. Mas quem tiver dois dedos de testa, percebe que a história não tem pés nem cabeça – e é impossível de provar seja o que for.
Primeiro, Hewlett já morreu. Segundo, ninguém sabe quem é o “desconhecido” que entregou a carta ao filho. Terceiro, o filho queimou a carta. Curioso, nesta história, é que o Diário de Notícias, ao citar o Sun, se tenha esquecido de mencionar o pormenor de a carta ter sido queimada e o “correio” que a entregou ser desconhecido. 
O que deixa duas hipóteses em aberto, a saber: 
1 – A notícia foi escrita por um estagiário, dessa ninhada de “doutores” que saem das faculdades de Jornalismo ao mesmo ritmo que uma porca pare bacorinhos e que confundem o Manuel Germano com o “género humano” ou andam à procura do “País do Apartheid” no mapa. 
2 – A menção ao facto de o filho de Raymond Hewllet ter queimado a carta com indícios importantes para um crime que ainda está a ser investigado foi deixada de lado, premeditadamente.
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ana

02.09.2010/13:17

Em tablóide inglês -"Pedófilo, Maddie e máfia cigana"!!!! Belo título/chamariz em época europeia de "caça" ao cigano. Ou, melhor dizendo, velada manipulação das massas acéfalas pela impoluta classe jornalística ao serviço de "independentes e imparcias" grupos detentores da comunicação social.

Utilizador Não Registado

Maria

02.09.2010/13:13

Aqueles que conhecem bem este caso não ficarão admirados com a criatividade do “Team Mccann”. Mas quem tiver dois dedos de testa, percebe que a história não tem pés nem cabeça – e é impossível de provar seja o que for. (textos não são meus mas com ele concordo. São da autoria de um Jornalista, P.R.

Utilizador Não Registado

Maria

02.09.2010/13:11

Primeiro, Hewlett já morreu. Segundo, ninguém sabe quem é o “desconhecido” que entregou a carta ao filho. Terceiro, o filho queimou a carta. Curioso, nesta história, é que o Diário de Notícias, ao citar o Sun, se tenha esquecido de mencionar o pormenor de a carta ter sido queimada e o “correio” que a entregou ser desconhecido.  O que deixa duas hipóteses em aberto, a saber:  1 – A notícia foi escrita por um estagiário, dessa ninhada de “doutores” que saem das faculdades de Jornalismo ao mesmo ritmo que uma porca pare bacorinhos e que confundem o Manuel Germano com o “género humano” ou andam à procura do “País do Apartheid” no mapa.  2 – A menção ao facto de o filho de Raymond Hewllet ter queimado a carta com indícios importantes para um cri

Utilizador Não Registado

Maria

02.09.2010/13:10

O pedófilo Raymond Hewlett escreveu uma carta, antes de morrer, em Abril passado, onde diz que um clã cigano raptou Madeleine Mccann, por encomenda de um casal rico que n˜åo tinha filhos. A carta foi entregue por um desconhecido ao filho de Hewlett. Wayne Hewlett, que tinha cortado relações com o pai há muitos anos, leu a carta e queimou-a.  A notícia foi avançada pelo jornal Sun, há dois dias. O porta-voz dos Mccann, Clarence Mitchell, disse aos jornalistas que os pais de Madeleine “estavam muito gratos a Wayne, por este ter revelado aquela informação” e os investigadores ao serviço do casal iriam colocar, no topo das suas prioridades, interrogar o filho de Raymond Hewlett.


Com que então à conta da inépcia do D.N. já lá vão :





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